Welcome to Bohol!

 

We all have the image of the perfect beach, paradise by the sea, the kind that comes up on the magazines and let us dreaming about holidays. Panglao is like that.

 

Everyone has an idyllic destiny. The paradise sold in travel agencies, celebrity magazines and movies. Bohol, part of the Visayas region takes you by surprise, its disconcerting, in particular de Panglao island. The Philippines are considerably hard to reach, but once you get there, all the compliments become obvious.
Here life takes it’s time and this time goes by slowly. In an unusually rural set, a blend of beach and countryside, an unknown location that lives with little. Very little.
Besides the spectacular beaches and the precious fish and seafood that comes as one of the only natural resources, there isn’t much more that can be sold at high prices.
Cebu’s airport is international, easy to get to and, from there, a two hour ferry trip to Bohol, to the city of Tagbilaran. Panglao is roughly 20km away.  The further we are from the urban area, the more we realise everything here is wild. Between palm trees and greenery so dense one almost forgets where the green ends, slowly we start to recognise where the sea is. Panglao is not vulgar. It’s just enough developed for it to be comfortable and not enough to be a popular destination. We stay in Alona Beach, by the end of the peninsula, a small village that it’s only now starting to boost the tourism, though it still is mainly a fishing area.
Alona was home for nearly 3 weeks, lodging prices are nice, quality is high, the pace of life is slow, easy to stay and even easier to like. Unbelievably beautiful. A paradise of crystal clear waters. The main beach, Alona, stretches along the coast line with a few restaurants as authentic as possible, prices still within the affordable range. A few bars with live music, on the beach, mostly relaxed places.
On the other side, there’s Doljo Beach, those who go, feel as if no one has ever been. Coconut trees start just when the fishermen houses end by the beach. The sand is short except on low tide. One of the best things to do here is to find one of the fishermen, agree on the price, and let him take you to the reef and to where the sardine’s shoal are. For about 750 pesos = 15usd you’ll have the experience of a lifetime.

From Alona till the opposite side of the island is roughly 15 to 20min on a motorbike and that shouldn’t cost more than 500pesos/ day, it’s worth looking for a place to stay that includes the bike as the price goes down significantly and it gives you peace of mind too.
Once having the bike, the options are many and it really is imperative to explore. From desert beaches, totally secluded from everyone, to brilliant places for snorkelling, chances are you’ll be dazzled with this place, there’s no road that doesn’t take you through deep jungle, on an endless state of green, no path that doesn’t lead to some lost village, and between the river, the sea, the rice fields and the endless waterfalls, everywhere we went, we were greeted by good people, with a smile on their faces, wanting to talk and to get to know us.

For those who love the sea and the subaquatic word, Panglao offers all the varieties on this department, scuba and snorkel, and for this last one, it can sometimes be done on your own, without having to pay a fee for it.

There is, however, a mandatory trip, not necessarily the island hoping tour, but the one to Balicasag island. Balicasag belongs to the spectrum of special places, it’s so magical and rare we rather not write about. You can not, words wouldn’t make it justice to its beauty, is one of those places you feel only exists on your imaginary world and your eyes are just not capable of absorbing all.

The few touristic attractions that show up on the map are the Tarsier Sanctuary, the smallest mammal in the world and the Chocolate Hills, that as the name says, are an unusual hill formation in a nice chocolate color. These combined make a pleasant day trip but only worth if you go on your own. This is one of those cases where the journey is almost better than the destination.

Contrary to a short term stay, is only when you truly let yourself get lost in a place that you get to understand its essence. A trip to Panglao local market reveals much about the small town. The Philippines, in particular any island or anyone that doesn’t live directly out of tourism, most times live in a precarious state, and most times this is unknown to the outsiders.

A visit to the local market unveils precisely that, people who buy in individual packets, as if this would be the only time they would need such product. Individual packs of oil, mayo, tomato sauce. Normal day to day grocery items sold in single use size because tomorrow is a problem of the future and the important is today. Rice, sugar, soap, sold by the pound/ kilo as one would see on past times. These are simple lives of humble people that are yet to notice the potential value of their own land.

And this is why Panglao is still of the track, still to be discovered, which makes it even more wonderful.

Tip: Check for Nora’s Place on Airbnb, the combo deal of accommodation + motorbike is really good and it allows you to explore the island, plus the place itself is brilliant!

A brief summary of our costs for 18 nights:

  • Lodging: 440 USD (includes motobike rental)
  • Food: 305 USD
  • Transport: 12 USD
  • Entertainment: 28 USD
  • Misc: 58 USD

Total: 843 USD

See you in Indonesia!


Todos nós temos uma imagem da praia perfeita, o paraíso à beira mar que aparece na fotografia da revista e nos deixa a sonhar com as férias. Panglao é precisamente isso.

Toda a gente tem um destino idílico. O paraíso que nos é vendido nas agências de viagem, nas revistas dos famosos e nos filmes. Bohol, parte da região das Visayas, desconcerta por completo, em particular a ilha de Panglao. As Filipinas são um destino consideravelmente longe de chegar, no entanto, quando se chega, percebe-se o porquê de tantos elogios.

Aqui a vida demora-se e o tempo passa devagar. Num estilo estranhamente rural, uma mescla de praia e campo, este destino ainda pouco conhecido vive com pouco. Muito pouco. Além das espectaculares praias e do precioso peixe e marisco que o mar dá (e que são altamente rentabilizados pelo ainda raro turismo), pouco mais é fonte de rendimento. Ainda assim, não há aqui lugar nenhum que não nos deixasse de queixo caído, numa simplicidade que encanta e delicia.

O aeroporto de Cebu é internacional, fácil de chegar e dali, uma viagem de ferry de cerca de 2 horas até Bohol, a cidade de  Tagbilaran. Panglao fica a apenas 20km. À medida que nos afastamos da zona mais urbana, percebemos que aqui tudo é selvagem. Entre palmeiras e uma vegetação tão densa que nos esquecemos onde acaba o verde, aos poucos começamos a perceber o mar ao fundo. Panglao não é vulgar. Está suficiente desenvolvido para ser confortável e não demasiado para se tornar um destino de massas. Ficamos em Alona Beach, no limite da península, uma vila que começa a desenvolver o turismo aos poucos mas continua a ser maioritariamente piscatório.

Alona foi casa durante quase 3 semanas, os preços da estadia são bastante simpáticos, a qualidade é boa, o ritmo de vida é lento, fácil ficar e ainda mais fácil gostar. É indescritivelmente lindo. Um paraíso de águas cristalinas, inigualável. A praia principal, Alona Beach, tem um areal relativamente extenso junto ao mar, ainda que não muito largo. Os restaurantes são típicos e tão autênticos quanto possível com preços ainda aceitáveis. Alguns bares com música ao vivo, em cima da praia num estilo muito descontraído.

Do outro lado, em Doljo Beach, quem vai sente que nunca ninguém foi! Os coqueiros começam no fim dos casebres de pescadores e acabam na praia. O areal é curto, com excepção de quando a maré está vaza. Uma das melhores coisas a fazer aqui é encontrar um desses pescadores, negociar o preço e pedir-lhe que vos leve até ao coral e aos cardumes de sardinhas. Por pouco mais de 750 pesos = 15usd, tem a experiência duma vida.

De Alona até à ponta oposta da ilha são cerca de 15 a 20min de mota, que não deve custar mais de 500pesos/dia, e vale a pena procurar alojamento que já inclua transporte, para nós foi absolutamente imprescindível.

Uma vez tendo alugado mota, as opções são muitas e vale mesmo a pena explorar. Desde praias desertas, totalmente inóspitas a locais incríveis para fazer snorkelling, as hipóteses de descobrir e ficar encantado são gigantes, não há nenhuma estrada que não entre pela selva num verde sem fim, nenhum caminho que não vá dar a uma aldeia qualquer perdida, entre rio, mar, quedas de água e campos de arroz, e em qualquer sítio que fôssemos, fomos sempre recebidos por gente boa, afável e de sorriso na cara, com vontade de falar e conhecer.

Para os que se deliciam com o mar e o mundo subaquático Panglao oferece todas as variedades, snorkelling e mergulho, sendo que o primeiro é possível fazer por conta própria nalguns locais e vale a pena levar/comprar material.

Há, contudo, uma visita obrigatória, a ilha de Balicasag. Balicasag enquadra-se num espectro muito especial, por ser tão mágico é um daqueles sítios que preferimos não descrever. Não vale a pena, quaisquer palavras seriam poucas e não fariam jus à sua beleza, é daqueles locais onde somos transportados no nosso imaginário e os nossos olhos parecem não ser capazes de absorver tudo.

As poucas atrações que realmente surgem no mapa são o santuário dos Tarsier, o mamífero mais pequeno do mundo e os Chocolate Hills, uns montes bastante sinuosos em tom de chocolate. Ambos valem a pena a visita mas com uma ressalva, só vale ir por conta própria. Este é um daqueles casos em que a viagem é a parte mais bonita e chegar não é assim tão importante.

Contrariamente à experiência duma estadia curta, quando nos demoramos nos sítios que visitamos percebemos melhor a sua essência e Panglao não foi diferente. Uma ida ao mercado público revela precisamente isso. As Filipinas, em particular as ilhas e aqueles que não vivem directamente do turismo vivem muitas vezes num estado de precariedade que não é conhecido. Ao visitar o mercado local vimos precisamente isso, gente que compra em doses individuais, muitas vezes em saquetas, como se tratasse de uso único. Saquetas de óleo, de maionese, de polpa de tomate. Mercearia corrente e produtos de limpeza vendidos em doses individuais porque o dia de amanhã é uma preocupação futura e o importante é saber o hoje. Arroz, açúcar e sabão vendido ao quilo, como se via antigamente. São vidas simples com gente humilde que ainda não viu o seu pedaço de terra ganhar o valor que tem.

E por isso não admira que Panglao não seja ainda parte da rota do turista. Está semi por descobrir o que faz com que seja ainda mais maravilhosos!

 

Dica: Vale a pena procurar por Nora’s Place no Airbnb, a combinação de alojamento + mota é realmente boa e permite que se explore a ilha de ponta a lés. Além disso, o sítio em si é óptimo!

Aqui fica um sumário dos nossos gastos em 18 noites:

  • Alojamento: 440 USD (inclui aluguer de mota)
  • Alimentação: 305 USD
  • Transporte: 12 USD
  • Entretenimento: 28 USD
  • Miscelaneo: 58 USD

Total: 843 USD

Vemo-nos na Indonésia!

Author: 2aroundtheglobeblog

Architect, currently on a around the world trip! ✌🏻

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s